Noite de domingo
teclando poesia a teu lado
escuto o ressonar do teu sono
tranquilo,
trasmite serenidade
para a vida,
para a luta do dia-a-dia,
para te amar.
O céu troveja
e no azul escudo da noite
gotas grossas de chuva
desejam cair sobre nós.
Nada nos assusta.
A calmaria de nossos corações
derrama bençãos de paz
a nossa volta
qual redoma protetora.
Os fogos rugem no alto
louvando a virgem de Nazaré,
mãe da Terra,
iluminando de cores, vidas,
festejando a nossa fé.
Fecho meus olhos feliz,
peço proteção e paz
para o mundo
e para nós.
domingo, 25 de outubro de 2009
terça-feira, 20 de outubro de 2009
Reencontros
São tantos os reencontros que temos nesta vida. E tento entender esse porque. Sabemos que nada é por acaso. Acredito que todos eles sejam para crescimento espiritual e aprendizado. Reencontro com amigos, com pessoas especiais e por aí vai.
O reencontro com amigos, na maioria das vezes, é prazeroso, fácil de gerir e digerir. Um reencontro de afinidade, de atração, nem sempre. No início, achamos que tem tudo a ver, parece que aquele reencontro vai trazer uma imensa paz de espírito e você se deixa envolver por uma sensação de bem querer, se entrega de corpo e alma, parecem almas gêmeas, coisa dos céus, mais tarde aquilo tão gostoso se transforma em desesperança. Você entrou de cabeça e se ferrou. Mas como toda experiência, deve você sempre tirar o lado positivo das vivências e aprender. Porque se você se machucou foi porque permitiu isso. Criou expectativas externas. Mas, a vida é sábia e tudo passa... Hoje, passou.
Contudo, aconteceu outra vez, novo reencontro, apesar de não ser o mesmo caminho, de ser de um modo ímpar, daqueles que só a vida arquiteta, mesmo assim: “replay again”. A proposta agora é cautela. Imaginem, porém, dominar a ansiedade, controlar a vontade de querer acertar, de querer que dessa vez seja diferente, seja pra valer. No ouvido uma voz: prudência! Mas do outro lado da linha: uma voz fala carinhosamente:- e você, está bem? Nossa! Atenção e carinho fazem muito bem.
Lá vamos nós outra vez, com encantamento e entrega, com inteligência e experiência, com pés no chão e coração nas nuvens. Vamos vivendo agora, cada dia de uma vez, como mágico e único, como um amor maduro que sabe o que quer, para assim todas as luzes acender, o sorriso abrir e o coração espelhar a felicidade, traduzida num beijo.
O reencontro com amigos, na maioria das vezes, é prazeroso, fácil de gerir e digerir. Um reencontro de afinidade, de atração, nem sempre. No início, achamos que tem tudo a ver, parece que aquele reencontro vai trazer uma imensa paz de espírito e você se deixa envolver por uma sensação de bem querer, se entrega de corpo e alma, parecem almas gêmeas, coisa dos céus, mais tarde aquilo tão gostoso se transforma em desesperança. Você entrou de cabeça e se ferrou. Mas como toda experiência, deve você sempre tirar o lado positivo das vivências e aprender. Porque se você se machucou foi porque permitiu isso. Criou expectativas externas. Mas, a vida é sábia e tudo passa... Hoje, passou.
Contudo, aconteceu outra vez, novo reencontro, apesar de não ser o mesmo caminho, de ser de um modo ímpar, daqueles que só a vida arquiteta, mesmo assim: “replay again”. A proposta agora é cautela. Imaginem, porém, dominar a ansiedade, controlar a vontade de querer acertar, de querer que dessa vez seja diferente, seja pra valer. No ouvido uma voz: prudência! Mas do outro lado da linha: uma voz fala carinhosamente:- e você, está bem? Nossa! Atenção e carinho fazem muito bem.
Lá vamos nós outra vez, com encantamento e entrega, com inteligência e experiência, com pés no chão e coração nas nuvens. Vamos vivendo agora, cada dia de uma vez, como mágico e único, como um amor maduro que sabe o que quer, para assim todas as luzes acender, o sorriso abrir e o coração espelhar a felicidade, traduzida num beijo.
quarta-feira, 14 de outubro de 2009
terça-feira, 8 de setembro de 2009
Mormaço
Reflexo do dia
sol entrando pela abertura
da janela amarela.
Na sala amontoados
nós no sofá lilás
assobiando, chamando o vento.
Sopro entra quente
apelo do calor
de corpos apaixonados.
sol entrando pela abertura
da janela amarela.
Na sala amontoados
nós no sofá lilás
assobiando, chamando o vento.
Sopro entra quente
apelo do calor
de corpos apaixonados.
quarta-feira, 29 de julho de 2009
Poetrix 10
Cinema em casa
Apaga a luz,
cai o controle,
remoto, rolar no sofá.
Berlinda
Carrega a santa,
carrega a cabeça,
a prêmio.
Desnuda
tira a roupa
despe a alma
transparência.
Apaga a luz,
cai o controle,
remoto, rolar no sofá.
Berlinda
Carrega a santa,
carrega a cabeça,
a prêmio.
Desnuda
tira a roupa
despe a alma
transparência.
Prece
Pedidos que flutuam
no pensamento traduzem
a vontade do coração.
As mãos em rogativa
imploram aos céus
o atendimento da oração.
Cabeça baixa,
Coração aflito,
sintonia com Jesus.
Nem todos atendidos,
necessidades irreais
ficam para trás.
Elevado agradecimento
mesmo do não atendimento,
só se recebe o que se tem
merecimento.
no pensamento traduzem
a vontade do coração.
As mãos em rogativa
imploram aos céus
o atendimento da oração.
Cabeça baixa,
Coração aflito,
sintonia com Jesus.
Nem todos atendidos,
necessidades irreais
ficam para trás.
Elevado agradecimento
mesmo do não atendimento,
só se recebe o que se tem
merecimento.
Nunca mais
E o vento trás
cantigas de ninar
na voz da lua.
E a lua banha
o céu azul-marinho
que reflete no mar.
E o mar desagua
lágrimas salgadas,
pela tua partida.
E eu amargo
o gosto da despedida,
você: nunca mais
na minha vida.
cantigas de ninar
na voz da lua.
E a lua banha
o céu azul-marinho
que reflete no mar.
E o mar desagua
lágrimas salgadas,
pela tua partida.
E eu amargo
o gosto da despedida,
você: nunca mais
na minha vida.
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