Reflexo do dia
sol entrando pela abertura
da janela amarela.
Na sala amontoados
nós no sofá lilás
assobiando, chamando o vento.
Sopro entra quente
apelo do calor
de corpos apaixonados.
terça-feira, 8 de setembro de 2009
quarta-feira, 29 de julho de 2009
Poetrix 10
Cinema em casa
Apaga a luz,
cai o controle,
remoto, rolar no sofá.
Berlinda
Carrega a santa,
carrega a cabeça,
a prêmio.
Desnuda
tira a roupa
despe a alma
transparência.
Apaga a luz,
cai o controle,
remoto, rolar no sofá.
Berlinda
Carrega a santa,
carrega a cabeça,
a prêmio.
Desnuda
tira a roupa
despe a alma
transparência.
Prece
Pedidos que flutuam
no pensamento traduzem
a vontade do coração.
As mãos em rogativa
imploram aos céus
o atendimento da oração.
Cabeça baixa,
Coração aflito,
sintonia com Jesus.
Nem todos atendidos,
necessidades irreais
ficam para trás.
Elevado agradecimento
mesmo do não atendimento,
só se recebe o que se tem
merecimento.
no pensamento traduzem
a vontade do coração.
As mãos em rogativa
imploram aos céus
o atendimento da oração.
Cabeça baixa,
Coração aflito,
sintonia com Jesus.
Nem todos atendidos,
necessidades irreais
ficam para trás.
Elevado agradecimento
mesmo do não atendimento,
só se recebe o que se tem
merecimento.
Nunca mais
E o vento trás
cantigas de ninar
na voz da lua.
E a lua banha
o céu azul-marinho
que reflete no mar.
E o mar desagua
lágrimas salgadas,
pela tua partida.
E eu amargo
o gosto da despedida,
você: nunca mais
na minha vida.
cantigas de ninar
na voz da lua.
E a lua banha
o céu azul-marinho
que reflete no mar.
E o mar desagua
lágrimas salgadas,
pela tua partida.
E eu amargo
o gosto da despedida,
você: nunca mais
na minha vida.
segunda-feira, 29 de junho de 2009
Noturno
Agitada noite
como as ondas
que batem no barranco.
A lua ilumina
nossos corpos
pela fresta da janela.
Sons do rio-mar
embalam nossos sonhos
debaixo das cobertas.
O entrelaçar dos nossos pés
anunciam o desfecho
do amor na madrugada.
Passarinho sonoro
anuncia manhã ensolarada
nós, enroscados,
doce despertar.
como as ondas
que batem no barranco.
A lua ilumina
nossos corpos
pela fresta da janela.
Sons do rio-mar
embalam nossos sonhos
debaixo das cobertas.
O entrelaçar dos nossos pés
anunciam o desfecho
do amor na madrugada.
Passarinho sonoro
anuncia manhã ensolarada
nós, enroscados,
doce despertar.
quinta-feira, 25 de junho de 2009
Felicidade
A noite derrama
teu perfume suave
na minha pele de algodão.
Levito ao som
de tuas palavras,
acordes musicais.
E invade meu peito
a tranquilidade de um lago
sorrindo para o céu.
Na paz da madrugada
meu coração encontra o teu,
felicidade instalada.
teu perfume suave
na minha pele de algodão.
Levito ao som
de tuas palavras,
acordes musicais.
E invade meu peito
a tranquilidade de um lago
sorrindo para o céu.
Na paz da madrugada
meu coração encontra o teu,
felicidade instalada.
quarta-feira, 17 de junho de 2009
Rio de Janeiro
Nas tuas ruas
seguimos de mãos dadas
na alegria de cada
amanhecer.
Nos teus morros
louvamos a Deus
pedindo paz
a todos os teus.
No Cristo
oramos juntinhos
buscando
paz no nosso caminho.
E em comunhão
de corpos e almas
retornamos à vida
tão bela e sagrada.
seguimos de mãos dadas
na alegria de cada
amanhecer.
Nos teus morros
louvamos a Deus
pedindo paz
a todos os teus.
No Cristo
oramos juntinhos
buscando
paz no nosso caminho.
E em comunhão
de corpos e almas
retornamos à vida
tão bela e sagrada.
sexta-feira, 5 de junho de 2009
Poetrix 8
Só
não é estar sozinha
é estar com alguém
ausente.
Quente
é a noite que cai
lá fora,
foguete que estoura.
Zoom
da tela que enquadra
teu rosto
ficando o corpo de fora.
Rascunho
escrevo um poema triste
você prefere a TV
sina, solidão.
não é estar sozinha
é estar com alguém
ausente.
Quente
é a noite que cai
lá fora,
foguete que estoura.
Zoom
da tela que enquadra
teu rosto
ficando o corpo de fora.
Rascunho
escrevo um poema triste
você prefere a TV
sina, solidão.
Perdida
Nesta noite quente,
corpo cansado
da lábuta diária,
desejo reprimido.
Você aqui e ausente,
o barulho da noite
ressoa, vozes, luzes,
algozes.
E eu... perdida em pensamentos.
corpo cansado
da lábuta diária,
desejo reprimido.
Você aqui e ausente,
o barulho da noite
ressoa, vozes, luzes,
algozes.
E eu... perdida em pensamentos.
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