domingo, 14 de agosto de 2011

(POESIA)



A ESPERA

Escuto ao longe
o som estridente
Seria o teu chamado
assim, tão de repente?

Essa espera,
essa escuta
tá pra fundir
de vez, a minha "cuca"

Maluca eu ou não
maldito telefone
que não sai da minha mão

Marília Tavernard

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